Mulheres relembram histórias com filhos internados no Hospital Universitário
Um exame de ultrassom alterou profundamente a vida de Gilda Domingos Polizel. Moradora de São Jorge do Patrocínio, a 240km de Maringá, ela descobriu por meio de um exame de rotina durante a gravidez que a filha que iria nascer, a pequena Sofia Polizel Miranda, viria ao mundo com uma atresia de esôfago, uma má formação congênita na qual o esôfago não se conecta ao estômago. A atresia é uma doença rara, que ocorre em 1 a cada 5 mil nascidos. Sofia foi a primeira gravidez de Gilda, então com 34 anos. A partir do diagnóstico, ainda na metade do período da gravidez, Gilda, com a suspeita de que a filha nasceria com atresia do esôfago, foi transferida para Umuarama. Na ocasião, após outros exames, descobriu que a filha também nasceria com comunicação intraventricular (CIV). Gilda estava no que seria o final de sua gravidez, em dezembro de 2018. Sofia veio ao mundo no dia 4 de janeiro, após Gilda passar quase um mês internada em Umuarama. Devido ao quadro que exigia atenção multid...