Paciente relembra trajetória de luta contra o lúpus, no Dia do Paciente Reumático
A vida de Sandra da Silva de Paula mudou radicalmente há dois anos, quando foi internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte de Maringá. Após um conjunto de sintomas aparecerem de forma violenta, ela deu entrada com um quadro bastante preocupante e, até então, misterioso: não falava, respirava mal, estava com os membros superiores inchados e não conseguia se manter em pé. Após a internação, que durou três dias na UPA, ainda sem diagnóstico, foi transferida para o Hospital Universitário (HUM) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para uma bateria de exames. “Fiz uma série de exames no HU e fecharam, depois, o diagnóstico de lúpus”, comentou. Então trabalhando em uma fábrica, Sandra teve de interromper as atividades por um tempo para iniciar o tratamento, que envolve, a depender do quadro, administração de medicamentos como hidroxicloroquina, anti-inflamatórios não-esteroides, corticoides e imunossupressores. Iniciou o tratamento no Ambulatório de Reumatologia do HUM, r...