Núcleo de Vigilância do HUM fica em primeiro lugar em simpósio de Enfermagem
O Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) do Hospital Universitário (HUM) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi premiado com o primeiro lugar pela apresentação de um trabalho no 8º Simpósio Internacional do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UEM (SIPSE), realizado entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, no Câmpus Sede.
De acordo com a integrante Laura Akemi, enfermeira do Núcleo, o grupo composto por Mariluci Labegalini, Mateus Marchiotti, Adelia Batilana, Ana Lucia Ferrer, Gabriela Tavares Magnabosco, Humberto Luiz Prado e Fernanda Nishida Carcnano desenvolveu o resumo expandido “Sífilis congênita: planilha eletrônica compartilhada como estratégia de acompanhamento do recém-nascido”. O trabalho consiste na apresentação de uma planilha digital, compartilhada com a 15ª Regional de Saúde do Paraná, para acompanhamento de pacientes recém-nascidos diagnosticados com sífilis congênita e atendidos pelo Hospital e pelos serviços de assistência municipais.
“No HUM, fazemos o acompanhamento de 30 municípios, no Ambulatório de Pediatria de Alto Risco, e percebemos que os municípios tinham dificuldades em acompanhar esses casos depois do primeiro ano de tratamento”, explicou. A enfermeira explica que o tratamento de sífilis congênita em recém-nascidos necessita de testagem até o 18 mês de vida da criança, o que exige acompanhamento constante dos órgãos de saúde, com acompanhamento simultâneo, durante o primeiro ano de vida, tanto na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência quanto no HUM.
A planilha, explica Laura, traz dados sobre as consultas agendadas no Ambulatório de Especialidades do HUM e os resultados dos testes, o que contribui para evitar a perda de acompanhamento desses pacientes. “É possível saber, por parte das secretarias municipais (de saúde), se as mães estão seguindo no tratamento ou não. Essa pesquisa representa um ganho importante na integração entre o serviço municipal, o Hospital Universitário e a 15ª, na manutenção e evolução supervisionada desses tratamos até o processo de alta”, encerrou.
Reportagem: Willian Fusaro.
Disponível no site de Notícias da UEM.
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