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Mostrando postagens com o rótulo Personagem da Semana

Personagem da Semana - Artista dos tecidos

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Joana Silvestre Vasconcelos é uma artista dos tecidos. Aos 52 anos, trabalha como costureira no Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Aqui, ela está há 28 anos. Entrou em 18 de setembro de 1990 em um concurso para confecção de roupas. Conta que a sua reação quando soube que ia trabalhar no hospital foi de “nossa” brinca sorrindo.  Joana Vasconcelos, há 28 anos trabalhando no HUM Foto: Fernanda Fukushima “Foi uma questão de adequação. Antes, eu não trabalhava nesse ramo tão específico. Aqui, faço peças que os pacientes utilizam. São pijamas, lençóis e conjuntos, além dos consertos”. Joana, junto com suas colegas de trabalho, que ela faz questão de nomear: Inês, Salete e Edinele, fazem, em média, 40 lençóis por dia e 20 conjuntos de roupas para pacientes do HUM.. “Fazemos um pouco de cada coisa, temos muita variedade de trabalho”, afirma a costureira.  Joana conta que o HUM cresceu muito. “Quando entramos a quantidade de peças era pouca, muito difere...

Personagem da Semana - “Quero contribuir para o HUM crescer”

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Solange Cardoso Martins se dedica, desde 1993, ao Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). No último dia 18, completou 25 anos de serviços prestados e ela não poderia estar mais feliz. Solange está comemorando de uma forma especial: ela foi convidada a assumir a diretoria de Análises Clínicas e Farmácia Hospitalar do HUM.  Solange Cardoso Martins Foto: Fernanda Fukushima Chamei a Solange para bater um papo sobre a história dela na instituição. Ela me conta que começou desde cedo na graduação. Formada em bioquímica, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), sempre sonhou em trabalhar aqui no hospital. “Minha vida se formou no HUM, formei minha família aqui. Trabalho com o meu sonho e tenho ótimas experiências nesse lugar”.  Solange entrou em 1993 no Hemocentro, que é anexo ao HUM, e, em 1994, assumiu a chefia por dois anos. “Essa era minha rotina”, afirma a bioquímica. Ela conta que do Hemocentro, veio para o laboratório de análises clínicas do Hos...

Personagem da Semana - “Eu choro de emoção, de lembrar de tudo o que eu fiz parte”

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Maria do Rosário Martins, 55, é enfermeira, há 30 anos, no Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Hoje, 29, o HUM completa 3 décadas de existência. Já viram a coincidência? Isso mesmo, ela está no HUM desde 1989, o ano da inauguração. Atualmente, a enfermeira está em processo de aposentadoria e narra, muito emocionada, um pouco da história, da qual ela fez parte, do crescimento do Hospital.  No ano da inauguração, o HUM era formado por uma única ala: a do Pronto Atendimento. Hoje neste prédio funciona o ambulatório. A enfermeira conta que fez parte do projeto de construção do Hospital e essa foi uma experiência única. “Vim para o HUM cobrir a licença maternidade de uma outra enfermeira e gostei tanto que, no mesmo ano, fiz o concurso público e passei. Fui efetivada no ano seguinte”.  Maria está há 30 anos no HUM Foto: Fernanda Fukushima Maria fala com muito carinho das suas colegas de trabalho que ajudaram, junto com ela, nos primeiros passos do HUM....

Personagem da Semana - “Tenho amor pelo o que eu faço”

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Foi no ano de 1991 que Luzia André Evangelista começou a trabalhar na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Por lá, ela ficou durante dois anos, como zeladora. Em seguida, veio para o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), onde está até hoje, 25 anos depois. Luzia me conta que foi uma mudança boa. Aqui, o trabalho que desempenha como auxiliar de cozinha é mais ‘leve’.  Luzia André Evangelista trabalha há 25 anos no HUM Foto: Fernanda Fukushima É no refeitório do HUM que Luzia distribui comida para os funcionários. Antes, ela fazia o trabalho pelos corredores, copa e cozinha. Agora, por questões de saúde, ela se restringiu a copa. “É uma correria, mas é o que eu gosto”, afirma Luzia. Ela começa a entregar as refeições do café da manhã às 7h30, no refeitório, e, logo depois, serve o almoço, no mesmo lugar. Quando fica o dia todo, distribui também o café da tarde e jantar.  A servidora me conta que, quando ela ingressou no Hospital, em 1993, havia cerca...

Orgulho de pertencer

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Hoje é dia de conhecer outro gigante (gigante de alma e tamanho - quase dois metros de altura) do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Christovão Granato Filho, 62, médico. Ele começou sua carreira na Universidade Estadual de Maringá (UEM), em 1997. De lá para cá, foram 21 anos trabalhando para a instituição. O médico começou como plantonista no Pronto Atendimento do hospital e depois de 2 anos, foi transferido para o Hemocentro Regional de Maringá, um órgão do HUM. No Hemocentro, Christovão foi médico triador e diretor por duas vezes, em 2005 e atualmente. O médico me conta que, desde que está na instituição, notou no Hemocentro uma evolução muito grande. “O recebimento do ISO 9.001: 2015, isso significa dizer que cumprimos as principais normas relacionadas ao modelo de gestão da qualidade. Isso foi uma conquista e é resultado de um trabalho em equipe”. “Meu dia a dia é composto por burocracia do Hemocentro; serviço de hemoterapia, que é quando nós damos um r...

Personagem da Semana - Amor para além do Hospital

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Cleuza Maria da Silva Tourinho, 51, é mais conhecida como Cleuzinha dentro das paredes do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Trabalhando há 21 anos no HUM como zeladora, pretende se aposentar em 2020. Cleuzinha não é apenas uma funcionária da instituição. Ela também tem um Lado B. Um lado especial. Como ela mesmo diz “um dom que tem desde criança”. Cleuzinha além de trabalhadora do setor de Serviços Gerais, é pastora. A personalidade dessa mulher é brilhante. Juro que consegui ver o brilho que ela espalha quando passa. Cleuzinha tem um sorriso marcante e um óculos que, na minha humilde opinião, é simplesmente maravilhoso. Acredito que essas são as marcas registrada dela. Após se aposentar, pretende cursar psicologia, que, para ela, vai ajudar com o trabalho que ela desempenha na igreja. Cleuzinha me explica que a rotina dela nunca é a mesma. Aqui no hospital, ela abastece os setores com, os materiais que são necessários. E, em depois disso, faz seu trabal...

Personagem da Semana - A moça do constante lado B

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“Eu sempre tive um lado B”, é assim que Regiani Aparecida Vitoretti, 47, formada em letras, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), e pedagogia, pela Faculdade Instituto Superior de Educação do Paraná (FAINESP), com especialização e mestrado em educação, começa contando um pouco da história dela. A servidora começou sua carreira como auxiliar de biblioteca na Biblioteca Central (BCE), lá em 1991. De lá para cá, foram 27 anos de UEM e três setores: BCE, Biblioteca Setorial do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) e na secretaria da diretoria administrativa, onde está até hoje. Depois de quatro anos trabalhando na BCE, Regiani foi transferida para a Biblioteca Setorial do HUM, que, naquela época, estava sendo implementada no Hospital. Foi assim que Regiani viu o HUM crescer. Ela me conta que aprendeu muito, tanto em relação ao trabalho, como também nas relações humanas. Em 2014, a servidora mudou de setor novamente. Ela passou a integrar a equipe da secre...

Personagem da Semana - “Minha vida começou aqui, minha casa é o hospital"

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Tão velho quanto o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) (mas calma, digo isso de um jeito bom), José Sebastião Pedroso, 52, está há 29 anos trabalhando dentro do HUM. Começou na instituição em 1989, lá na Universidade Estadual de Maringá (UEM), depois foi transferido para o Hospital: “quando eu vim para cá, só tinha uma partezinha”, conta José. “quando eu vim para cá, só tinha uma partezinha”, conta José. Zequinha como é mais conhecido, antes de ir para o setor de Informática, onde ele está até hoje, começou no Almoxarifado de Obras. Segundo ele “foi muita mudança”, passar entre tantos setores diferentes. Formado em administração, Zequinha conta que tentou entrar no curso de informática, mas sem sucesso. No entanto, a vida ajudou o servidor e ele acabou fazendo aquilo que ele mais gosta. “Fui crescendo junto com o HUM”, relata o servidor, “o hospital mudou bastante, antes era muito pequeno, aumentou muito e cada vez cresce mais”. Ele também conta que, agora...

Personagem da Semana - Uma gigante da emergência

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Foi entrevistando Maria dos Anjos que conheci a Léia, ou melhor, me apresentaram a ela. Foi através de uma janela, que fica separando essas duas figuras, que me chamaram e pediram “a Léia está aqui faz tempo, faz o personagem da semana com ela”. No entanto a Léia relutou, disse que tinha vergonha, mas como a voz do povo é quem manda, ela acabou cedendo. Léia Maria Guimarães, 53, formada em pedagogia e, atualmente, técnica de enfermagem, não é o que aparenta ser. Para mim, Léia parecia tímida, pequeninha e contida. Eu não podia estar mais errada. Sempre acreditei na expressão tamanho não é documento e para quem ainda não acredita, precisa conhecer a técnica de enfermagem que trabalha na sala de emergência, do Pronto Atendimento do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM).  Caos, pressão e vida ou morte. É esse o cenário que a técnica enfrenta, todo dia, quando chega para trabalhar no HUM, há 24 anos e oito meses (não falei? Tamanho não é documento). Lá em 1994,...

Personagem da Semana - O exemplo perfeito da versatilidade

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Valmir Durante, 57, é o exemplo perfeito de versatilidade. Há 37 anos trabalhando na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e, há 15, no Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), já passou pelos mais diversos setores. São 11, só aqui no HUM, desde 2003 até hoje, isto é, por enquanto.  Valmir Durante é o exemplo de versatilidade Formado em pedagogia, pela UEM, e com pós-graduação em administração pública, Valmir passou a ser funcionário da UEM, lá em 1981, como diretor de Manutenção. “Fiquei com vontade de mudar um pouco, de ir para um lugar pequeno, com menos trabalho”, disse ele para mim, foi aí que o servidor passou a integrar a casa do HUM, em 2003, “achei que ia trabalhar menos, não podia estar mais errado”.  No HUM, ele começou a carreira na chefia da Divisão de Apoio do HUM, entre 2004 e 2010; de 2004 a 2011, foi membro do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRSS); membro da Comissão de Controle de Infecção Hospitalares (CCIH); e membro do ...

Personagem da Semana - Entre cafés, raios-x e patrimônio

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Foi em meio a goles de café que conheci Franna Vicente Gomes. Formada em enfermagem e com pós-graduação em administração, atualmente trabalha na imagenologia do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Aos 55 anos, já foi Diretora de Enfermagem entre 2011 a 2014 e, diversas vezes, tantas que ela não lembra, chefe da Divisão de Enfermagem. “Tem gente que acha que nós somos patrimônio tombado” A enfermeira, que trabalha no hospital há 27 anos, começou a carreira, aqui, como enfermeira do Pronto Socorro. Lembrando do passado, Franna conta que trabalhar no HUM era um sonho. Com os corredores largos e tecnologia de ponta, em 1991, era tudo o que uma jovem enfermeira desejava.  Recordando da época de 91, Franna me explica que o HUM era um hospital muito familiar, mas, com o passar dos anos, ele se transformou no grande centro de saúde que é hoje e os laços familiares se enfraqueceram. “A tecnologia mudou bastante, assim como HUM, que sempre se manteve atualizado. A m...

Personagem da Semana - Dois empregos e uma riqueza extraordinária

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Sempre dois empregos. Sempre dois. É a partir daqui que vamos conhecer a história de Lindima Pereira de Souza. LindimaR (com esse R bem paranaense) como é mais conhecido, 52 anos, é técnico em enfermagem, gestor ambiental e comerciante. Ele quer segurança e, para ele, isso significa ter dois empregos. Além de trabalhar no centro cirúrgico do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), Lindimar também possui uma loja em frente ao hospital e cuida da irmã. Ele tem uma família que faz jus à ideia de “filho de peixe, peixinho é”. Sua mãe era técnica de enfermagem e é uma grande inspiração para ele. Consegui ver o quanto ela significava para Lindimar, eu, uma pessoa que o conheci em poucos minutos. Os filhos de Lindimar também decidiram abraçar a carreira na área da saúde. Ela faz medicina e ele enfermagem. “Riqueza para mim são os amigos e os pacientes”, afirma Lindimar A segunda família do técnico de enfermagem é o hospital. Ele trabalha aqui há 26 anos, passou pela ...

Personagem da Semana - Dos Anjos, dos lenços de seda e da farmácia

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Cheguei na farmácia satélite, no Pronto Atendimento do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), e me deparei com uma enfermeira chamando Maria, e foi assim durante toda a conversa que Maria dos Anjos, 56, teve comigo. Indo pra cá e pra lá. Sendo chamada toda hora. Essa mulher não parou. Maria dos Anjos trabalha há 28 anos no HUM Tímida. Foi essa a primeira impressão que tive de Maria, mas vou contar uma coisa para vocês: toda sua timidez some quando ela ri. Que risada contagiante. Impossível não rir junto. Maria do Anjos, formada em ciências biológicas, já tinha trabalhado em outro hospital antes de entrar no HUM, lá em 1990. Ela me contou que esse foi um dos primeiros concursos público que teve para o hospital e que ficou muito feliz em passar. Maria disse que sentiu muita diferença quando ingressou aqui, já que veio de uma instituição particular. A adaptação foi aos poucos, agora já faz 28 anos que ela trabalha no HUM e abre um sorriso enorme quando fala: “...

Personagem da semana - O bendito fruto da sala 209

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Esta semana começa um novo quadro no site do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), que se chama: Personagem da Semana. Nele iremos retratar, toda segunda-feira, algum funcionário do HUM, que transformou esse hospital em sua casa. Antônio Luiz Vieira Chá Chá, 53, já passou por cinco setores dentro do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). É impossível andar pelos corredores do hospital e achar uma pessoa que não conheça essa figura. E que figura. Chá Chá, além do sobrenome, virou seu apelido carinhoso, que por 22 anos contribui com o HUM. Antônio Viera Chá Chá a 22 anos trabalhando no HUM Contando um pouco sobre sua passagem pelo hospital, Chá Chá, formado até o terceiro grau incompleto em sociologia, afirmou que a primeira coisa que pensou quando viu seu nome no edital para trabalhar no HUM, lá em 1997, foi preocupação: “eu não gosto de ver sangue”, disse, “mas depois de um tempo a gente se acostuma”. Entre uma brincadeira e outra, ele vai ...